Mostrando postagens com marcador memórias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador memórias. Mostrar todas as postagens

domingo, 16 de junho de 2013

Avanços de memória

Tenho notado que a minha perca de memória recente melhorou consideravelmente, apesar de que "aquela memória fotográfica" ainda ande sumida, mas a melhora pode ser percebida nessas levas de prova da faculdade. Vou explicar...

Semestre passado, contei por aqui que as minhas avaliações foram um desastre. Inclusive as segundas, chamadas de AV2, que continham questões discursivas. Já nesse semestre, logo nas primeiras avaliações, com as provas objetivas, notei que identificar a questão causava menos confusão e consequentemente escolhia a questão certa, mas ainda vacilava em algumas. E, nessas consegui responder a todas as questões discursivas e é uma vitória, posso ter respondido alguma ou outra errada, posso ter confundido um detalhe ou outro... mas, só em ter respondido já é digno de comemoração!

No trabalho as coisas estão melhorando também, passei a achar que tudo é questão de adaptação e ter muita paciência pro resto. Talvez esse seja o desafio, simpatizo com desafios.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Lembranças da infância

Sempre fui uma criança ansiosa, já roía as unhas desde uns 4 a 5 anos pelo que me lembre. E, como toda criança, prestava atenção a tudo e todos, por volta de 1988 muito se falava no "boom do milênio", que o mundo ia acabar na virada do século e todas as teorias da conspiração inimagináveis... 

Enfim, aquilo me deixava profundamente aflita, lembro que fazia as contas no dedo, que no ano 2000 só teria 18 anos e que este tempo não seria suficiente para casar e ter filhos. Veja só o que um boato pode fazer com a cabeça da criança. Então, volta e meia, essa notícia voltava e eu ficava aflita com o mesmo dilema. Até que comecei a pensar em como pediria para Deus me dar mais tempo... Pedia mais um tempo, que se vivesse até os 30 anos teria tido tempo suficiente para ter casado e ter (pelo menos) um filho. Os anos 2000 vieram e nada aconteceu, desde então passei a não acreditar em mais nenhuma teoria de "fim do mundo".

Saí do Hospital cerca de 15 dias antes do aniversário dos meus 30 anos e desde então nunca tinha confessado pra ninguém desse pensamento que tinha quando criança, até que contei pro Roriz e algumas outras pessoas, em uma roda de conversa e lógico que foi motivo de muita risada. No dia do meu aniversário relutei pra sair de casa, tudo e todas as situações possíveis e inimagináveis que poderia evitar, evitei. Juntei o episódio do aneurisma e a proximidade do meu aniversário e fiz aquela confusão.

Enfim, acho que esse episódio da minha infância com esse evento do aneurisma serviu pra bagunçar (e muito) a minha cabeça. Por isso devemos ter cuidado com determinados assuntos na frente de crianças, até porque a mente de uma criança é muito fértil e ela também não está preparada para determinados assuntos.

Amanhã começo a mudança pro nosso novo ninho, eu e o Roriz vamos avançar mais uma etapa da nossa vida. Casei, ainda não tenho filhos, mas já cheguei nos 30! rs