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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Câncer com Otimismo

Ontem, passeando pela internetê parei pela fanpage "Câncer com otimismo" e li esse trecho tão legal, sobre memórias, lembranças, vida e refleti sobre como as pessoas lembram de mim, como passei pela vida de cada um. Vale a pena compartilhar!

Que você se lembre de mim não quando ouvir falar de câncer, mas quando ouvir falar de cura, fé, alegria e otimismo.
Lembre-se de mim quando te fizerem cócegas, quando te beijarem irritantemente.
Quando fizerem paródias idiotas de música pop com o teu nome ou quando ouvir um R gaúcho.
Lembre-se de mim quando comer estrogonofe, tomar caipirinha de morango, suco de graviola e Baileys ou Amarula em copinhos vindos de várias partes do mundo.
Lembre-se de mim quando subir numa árvore ou quando bater vontade de ficar na cama num sábado preguiçoso.
Lembre-se de mim quando alguém chorar assistindo uma comédia romântica (ou um desenho animado!).
Lembre-se de mim quando sentir o amor de Deus queimando o teu coração (me ama, Ele me - e te - ama!).
Lembre-se de mim quando alguém tentar te convencer através de ditados populares e frases de efeito...
Lembre-se de mim quando ouvir aquele jazz sensual, aquele samba alegre ou um forró divertido.
Eu sempre disse que dançar é escrever com o corpo, então leia o meu nome quando assistir a uma dança. E dance. Sonhe, ria, viva, ame sem medidas.
Nunca é tarde para recomeçar.

domingo, 11 de maio de 2014

To viva, eu posso.

Bem, alguns meses não escrevo por aqui... Não por vontade, mas porque estou imersa em minhas próprias questões, pensamentos e sentimentos. Questões positivas e negativas também!

Enfim, tomei a iniciativa e voltar a dar meus próprios passos.
Voltei a ser independente: tô morando com uma amiga, pra não morar só (ainda).

Estou me re-organizando financeiramente (ainda, mas chego lá).

Desisti dessa ideia de começar do zero, em outro lugar. Comecei a me perguntar: por que tenho esse hábito? Por que tenho esse hábito? Assim, duas vezes... porque a resposta está dentro de mim e tenho que trabalhar essa resposta. 

Decidi que é hora de me colocar em primeiro lugar. Primeiramente, Eu, meus planos e desafios. O resto é o porvir, consequência da pessoa em que estou trabalhando e resolvendo.

Isso já é resultado das sessões com a psicóloga, porque trocamos ideias e exponho o que penso e o que sinto, ao invés de ficar "ruminando", remoendo e implodindo.

Meu desafio diário: ver o lado bom de todas as coisas. Das boas, como recompensa, dádiva, presente. Das ruins, como aprendizado.